Chiquinho resiste aos “cartéis” da FMF e continua no comando central dos Mambas

Maputo (O Destaque) — Nuvens negras pairavam sobre a (in)certeza da permanência de Chiquinho Conde, nos Mambas.

É que nos corredores luxuosos da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), o champanhe já estava gelado para celebrar a “reforma antecipada” (leia-se: despedimento forçado) de Conde. O crime do seleccionador? Ter a audácia de exigir condições de trabalho e, pior ainda, de ganhar jogos sem pedir autorização aos barões.

Os “cartéis” da Federação, conhecidos pela sua incrível habilidade em gerir os negócios já tinham o guião escrito. Chiquinho, com aquele seu “mau feitio” de quem quer ver Moçambique no Mundial, era um corpo estranho num organismo habituado à mediocridade confortável. Não fosse a defesa da Ponta Vermelha que evitou o desaire. A mão presidencial de Hernâni. A altura que evitou o desastre. Chico foi salvo. Livre da malandragem.

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