Luís Canhemba lança obra que aborda sobre dívida pública no país

Maputo (O Destaque) – O académico e professor universitário Luís Canhemba lançou esta quarta-feira (16), em Maputo, a obra “Na Sombra do Poder: O peso da dívida pública no futuro de Moçambique”, que analisa a evolução da dívida pública interna e as suas implicações para a economia nacional. Prefaciada pelo economista Tomás Matola, actual presidente…

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Governo de Marrupa promove concurso de leitura do livro “o naufrágio do sorriso” de Arnaldo Sondiua

Niassa (O Destaque) — O Governo do Distrito de Marrupa promoveu, recentemente, na Escola Básica de Iaranca, um concurso de leitura focado na obra “O Naufrágio do Sorriso”, do escritor Arnaldo Sondiua. A iniciativa, inserida no âmbito das celebrações do mês da criança e do Dia da Criança Africana, visou incentivar o gosto pelos livros…

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O Cão que sabia

Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia O Destaque — Cheguei a um lugar onde ninguém sabia o meu nome. Setenta e oito quilómetros depois da capital provincial, a estrada termina e começa o silêncio. Foi ali que arrendei uma casa humilde demais para um homem só, e solitária demais para não desconfiar de mim….

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A Urna Veio?

Por: Ramos António Amine, Professor de Filosofia Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?” À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é…

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“O charuto e os Loucos”

por: Ramos António Amine, Professor de Filosofia O Destaque — Conhecendo bem a minha clássica paixão por eles, um amigo meu, decidiu presentear-me com um charuto. Por viver num distrito longínquo de uma província vizinha, preferiu enviá-lo por intermédio de um colega seu. Este, porém, não chegou a entregar-me o presente, pois eu residia longe…

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O terceiro olho: o ecrã digital e a sociedade seduzida

Por Ramos António Amine, professor de Filosofia O Destaque — Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de contemporânea. Uns preferem designá‑la por pós‑moderna; outros falam em modernidade líquida, hipermodernidade, sociedade do cansaço, da transparência ou do espectáculo. Divergências à parte, trata‑se de uma sociedade herdeira da Revolução Francesa e do ideal iluminista de uma…

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Janeiro não começa no dia 1

Por: Arnaldo Ângelo Sondiua e Ramos António Amine Niassa (O Destaque) –Janeiro não começa no dia 1. Começa quando as últimas crostas do Natal faltam na mesa, quando o “ntólilo” e o feijão ressuscitam como esperança, quando o arroz volta a ser comprado em copos e quando o sorriso espalhado pelas ruas em Dezembro humilha-se…

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