Maputo (O Destaque) — Os Presidentes da República de Moçambique e de Angola, Daniel Chapo e João Lourenço, endereçaram mensagens oficiais de felicitações a António José Seguro pela vitória na segunda volta das eleições presidenciais em Portugal, realizadas no domingo, 8 de Fevereiro, destacando a relevância política do momento e o reforço das relações históricas com o país europeu.
Numa mensagem dirigida ao Presidente eleito, Daniel Chapo afirmou ter acompanhado “com elevado interesse e expectativa” o processo eleitoral português, sublinhando que a escolha de António José Seguro reflecte a confiança do povo português na sua liderança para enfrentar os desafios internos e internacionais. Em nome do povo e do Governo moçambicanos, bem como em nome pessoal, Chapo desejou sucessos ao novo Chefe de Estado no exercício das funções presidenciais.
O estadista moçambicano destacou ainda que a presença de António José Seguro em Belém poderá contribuir para aprofundar as tradicionais relações entre Moçambique e Portugal, alicerçadas em factores históricos, culturais e em valores partilhados como a democracia, a liberdade, a solidariedade e a paz. Chapo reafirmou também a sua disponibilidade para trabalhar com o novo Presidente português no fortalecimento da cooperação bilateral e na consolidação dos laços que unem os dois povos.
Por sua vez, João Lourenço felicitou António José Seguro pela “vitória clara” alcançada nas urnas, considerando que os resultados demonstram uma aposta dos portugueses na continuidade de políticas que asseguram estabilidade nas relações internacionais e na cooperação com países parceiros, incluindo Angola. Na mensagem, o Presidente angolano manifestou expectativa de manter um diálogo construtivo com o novo líder português, apontando para perspectivas de aprofundamento das relações bilaterais no futuro.
As felicitações de Chapo e João Lourenço surgem num contexto em que vários líderes internacionais acompanham a transição política em Portugal, marcada pela eleição de António José Seguro como novo Presidente da República, abrindo um novo ciclo nas relações diplomáticas entre Lisboa e os países lusófonos.
