Tiros junto à prisão central de Conacri geram tensão e reforço militar nas ruas

O Destaque —Disparos contínuos de armas de fogo foram ouvidos na manhã desta terça-feira nas imediações da prisão central de Conacri, capital da Guiné-Conacri, criando um clima de incerteza e preocupação entre os residentes.

 A informação foi avançada por agências internacionais, incluindo a AFP e a Reuters, e divulgada pela Al Jazeera.

Segundo testemunhas locais, os tiros começaram pouco antes das 9h00, hora local, e prolongaram-se por cerca de meia hora, com rajadas rápidas de armas automáticas a ecoar nas redondezas. Ainda não é claro quem efectuou os disparos nem o que terá desencadeado o incidente, que ocorreu nas proximidades do palácio presidencial.

Ouvi veículos a circular em alta velocidade. Quando fui à janela, escutei rajadas intensas de armas automáticas”, relatou Thierno Baldé, contabilista que trabalha na zona, em declarações citadas pela AFP. Outros moradores confirmaram relatos semelhantes, descrevendo momentos de tensão e movimento incomum nas ruas.

Na sequência dos disparos, um forte dispositivo de segurança foi mobilizado. Agentes da polícia e forças especiais bloquearam o acesso à estrada que conduz à prisão central, enquanto um veículo blindado foi visto estacionado em frente ao estabelecimento prisional, segundo constatou um jornalista no local.

Até ao momento, as autoridades guineenses não esclareceram oficialmente as causas dos tiros, mantendo dúvidas sobre a natureza do episódio. Entretanto, a situação continua a ser acompanhada de perto por meios de comunicação internacionais, numa altura em que o país permanece atento a qualquer sinal de instabilidade.

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