Trump promete “fogo e fúria” e diz que guerra no Irão está no fim

Maputo (O Destaque com Agências Internacionais) — O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira (09.03) que o conflito militar contra o Irão está “praticamente concluído”. Segundo o estadista, a ofensiva conjunta com Israel desmantelou as capacidades vitais de Teerão, deixando o país sem Marinha, Força Aérea e sistemas de comunicação operacionais após um mês de intensos bombardeamentos.

Classificando a guerra como uma “pequena excursão”, Trump destacou que as forças armadas norte-americanas superaram o cronograma inicial. “Os mísseis foram em grande parte destruídos e os drones abatidos. Estamos a atingi-los onde são fabricados”, declarou o Presidente, reforçando que o Comando Central dos EUA (CENTCOM) já atacou mais de 5.000 alvos em apenas dez dias.

Apesar do optimismo, a Guarda Revolucionária do Irão rebateu as declarações, assegurando que possui capacidade militar para expandir o conflito e que a palavra final sobre o término das hostilidades cabe a Teerão.

O Chanceler alemão, Friedrich Merz, alinhou-se à postura de Washington, imputando a responsabilidade do conflito exclusivamente ao “regime dos mulás”. Para Merz, o Irão é o “centro do terrorismo internacional” e o seu apoio à Rússia torna-o uma ameaça global que deve ser encerrada.

No plano económico, a guerra já fez o preço do crude subir 30% na Europa. Numa tentativa de conter a inflação, Trump anunciou a suspensão temporária de algumas sanções sobre o petróleo, mas deixou um aviso severo: qualquer tentativa de bloqueio ao Estreito de Ormuz resultará em ataques que tornarão o Irão “impossível de ser reconstruído”. “Morte, fogo e fúria reinarão sobre eles”, vaticinou o líder americano.

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