O Destaque — Numa operação relâmpago que abalou a geopolítica mundial na madrugada deste sábado, o líder venezuelano Nicolás Maduro foi capturado por forças especiais dos Estados Unidos.
A confirmação da detenção surgiu através de uma fotografia divulgada pelo Presidente Donald Trump na rede social Truth Social, revelando um Maduro visivelmente desorientado e sob custódia militar a bordo do navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima.
A imagem que agora corre o mundo não mostra o habitual fato formal ou a camisa de estilo revolucionário. No momento em que as forças norte-americanas executaram a incursão em Caracas — descrita como um “ataque de grande escala” — Maduro foi surpreendido e detido enquanto trajava um fato de treino cinzento da Nike, a icónica marca norte-americana, o que acrescenta uma camada de profunda ironia simbólica ao desfecho da sua liderança. Os pormenores da fotografia revelam o rigor da operação de transporte, mostrando Maduro com o cabelo desalinhado e o seu característico bigode, vestindo o conjunto desportivo cinzento que se tornou a sua última farda em solo venezuelano.
Como parte das medidas de segurança para o transporte de prisioneiros de alto risco, o líder capturado utiliza auscultadores de proteção auricular para mitigar o ruído das turbinas das aeronaves e óculos opacos, uma técnica comum de desorientação sensorial. Na imagem, ele aparece algemado, segurando uma garrafa de água com ambas as mãos e rodeado por agentes que ostentam fardamento com as iniciais da DEA e equipamento táctico de combate avançado.
A captura ocorreu após uma série de ataques aéreos e explosões em instalações militares estratégicas em Caracas e nos estados de Miranda e La Guaira. Segundo a Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, Maduro e a sua esposa, Cilia Flores, que também foi detida, enfrentam acusações graves no Distrito Sul de Nova Iorque relacionadas com narcoterrorismo e conspiração para importação de cocaína. Enquanto Washington celebra a missão como um passo decisivo contra o chamado “Cartel de los Soles”, o governo venezuelano em Caracas declarou estado de emergência, classificando o acto como uma agressão imperialista e apelando à mobilização popular imediata nas ruas.
