Maputo (O Destaque) – O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, recebeu esta terça-feira, em audiência, o CEO e co-fundador da Core Energy Consortium, Gabriele Callegarin, num encontro que colocou sobre a mesa novas possibilidades de investimento privado nos sectores de energia, petróleo e gás em Moçambique.
Durante a audiência, a plataforma internacional de investimento e comércio energético manifestou interesse em estabelecer operações no país, abrangendo igualmente áreas como infra-estruturas e parcerias público-privadas.
À saída do encontro, Gabriele Callegarin explicou que a deslocação a Moçambique resulta do entendimento de que a estratégia de investimento do consórcio encontra pontos de convergência com a visão de desenvolvimento defendida pelo Chefe do Estado.
“Nós viemos aqui como Core Energy Consortium, um conglomerado envolvido e comprometido em desenvolvimento. Nós estamos muito preocupados e nos sentimos tão próximos do programa e da intenção de Sua Excelência”, afirmou.
O responsável revelou que o consórcio pretende avançar com uma operação de investimento privado no país, tendo como prioridade o sector energético e a cadeia ligada ao petróleo e gás.
“Viemos aqui com a intenção de criar, como uma organização privada, e implantar uma operação de investimento no sector de energia, petróleo e gás”, declarou Callegarin, acrescentando que espera ver avanços nas próximas semanas e meses.
A Core Energy Consortium é uma empresa privada sediada na Suíça e com actividade nas áreas de energia, petróleo e gás, metais preciosos, incluindo ouro, investimento em infra-estruturas e desenvolvimento de parcerias público-privadas.
A manifestação de interesse ocorre num momento em que Moçambique procura atrair novos investimentos para sectores considerados estratégicos, sobretudo na área energética, onde o país possui importantes recursos naturais e projectos com potencial para impulsionar a actividade económica.
O encontro entre Daniel Chapo e Gabriele Callegarin enquadra-se, assim, nos esforços do Governo para aproximar o país de investidores internacionais e criar condições para o desenvolvimento de projectos capazes de dinamizar a economia, gerar oportunidades e reforçar as infra-estruturas nacionais.
