Maputo (O Destaque) — Numa cerimónia bastante concorrida, que reuniu representantes do Governo, parceiros estratégicos, acionistas, clientes e colaboradores, o Banco sólido assinalou a passagem do seu primeiro ano de operações no mercado financeiro nacional. O evento serviu de palco para fazer o balanço de um percurso audaz e reafirmar o propósito de construir uma instituição sólida, moderna e profundamente conectada com as necessidades da população moçambicana.
Em tom emotivo e de elevado sentido de responsabilidade, a liderança da instituição expressou profunda gratidão pelo percurso percorrido, sublinhando que, para uma instituição financeira, um ano de trabalho focado e corajoso pode equivaler a décadas de preparação e impacto real.
Nascido com a promessa de romper com o modelo bancário tradicional, o sólido consolidou-se como uma referência em digitalização e democratização do acesso aos serviços financeiros. A aposta estratégica passou não só pela oferta de soluções tecnológicas modernas, mas também pela aproximação direta às comunidades com destaque para ações de sensibilização e integração levadas a cabo nos mercados centrais, promovendo a transição de agentes da economia informal para o sistema bancário formal.
O impacto da transformação digital é já uma realidade expressiva no quotidiano do banco, com a esmagadora maioria dos seus clientes a aderir às plataformas eletrónicas, reduzindo distâncias e simplificando processos que anteriormente exigiam a presença física nos balcões.
Durante a intervenção, foi dedicado um reconhecimento especial à equipa de colaboradores e directores — classificados como o “maior activo” da instituição —, destacando-se a coragem e o espírito de missão daqueles que abdicaram de posições confortáveis no mercado para abraçar um projecto nascente e de forte impacto social.
